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Regra 50, 30, 20

17 de outubro de 2022
Por Flavia Robortella

Manter a vida financeira sob controle pode ser desafiador. A maioria das pessoas não sabe ao certo quanto gasta e, por incrível que pareça, muitas também não têm certeza de quanto ganham todos os meses.

A regra do 50 30 20 nada mais é do que um método de distribuição de renda. Ou seja, uma forma de utilização do nosso dinheiro.

É uma fórmula simples que divide as despesas em três categorias: 50% para os gastos essenciais; 30% para os variáveis, supérfluos ou gastos relacionados ao estilo de vida; e 20% para pagar dívidas, poupar e investir.

A maioria das pessoas, que não possuem nenhum controle de gastos, ao começarem a fazer as contas do que gastam, perceberão que suas despesas extrapolam os percentuais do método.

E, é bem provável, que a maior parte chegue, também, à conclusão de que seus orçamentos estão divididos em proporções como 70-30, sem nenhuma parcela reservada para objetivos financeiros.

Mas antes de mostrarmoscomo funciona essa divisão de orçamento, é importante lembrar que, para elaborar um planejamento de suas finanças deve ser visto não apenas como uma programação para pagar suas contas em dia, mas também como uma ferramenta de otimização da renda.

50% para gastos essenciais e de primeira necessidade:

Aluguel;

Alimentação;

Educação;

Saúde;

Conta de água;

Conta de energia;

Gás de cozinha;

Transporte; etc.

Caso a somatória de todos esses custos ultrapasse os 50%, seria interessante procurar alternativas de cortes e economia.

 

30% para desejos e gastos supérfluos:

Viagens;

Serviços de streaming ou TV a cabo;

Lazer (restaurante, cinema, dentre outros);

Compras de produtos não essenciais.

Tudo que não for considerado indispensável para a sobrevivência é um gasto variável, por exemplo, serviços de streaming, gastos com beleza (cabelo, unha), restaurante ou delivery, compras online, entre outros.

Esses gastos costumam ser os vilões do orçamento. Os grandes responsáveis pelos endividamentos.

 

20% para pagamento de dívidas ou investimentos:

Essa porcentagem é ideal para realizar seus projetos. Na hipótese de emergências, esse dinheiro irá te apoiar e também ajudará na quitação de débitos.

O percentual de 20% do seu planejamento financeiro deve ser destinado primeiramente à quitação de dívidas, se houver.

Além de valores destinados a constituir uma poupança, aqui também devem estar incluídas as parcelas de financiamentos imobiliários ou automotivos, eventuais empréstimos e contas em atraso.

Se não existir dívidas, a quantia poderá ser alocada em investimentos de renda fixa, alta liquidez e baixo risco. 

Não é um hábito do brasileiro constituir reservas nem economizar parte do que ganha, mas manter o controle dos gastos é bem importante para analisar como você está utilizando seu dinheiro e modificar o que for preciso. E claro, é possível flexibilizar os percentuais, principalmente nos primeiros meses de implementação deste método.

Dividir o salário com base na regra 50 30 20 tem muitos benefícios, além de separar uma parte dos seus ganhos para aproveitar o presente, você ainda se programa para o futuro.

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Até a próxima!


Educação Financeira

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