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Finanças para pequenos: como introduzir o tema de forma divertida e didática.

16 de outubro de 2023
Por Flavia Robortella

Esse é um tema muito importante e interessante, pois a educação financeira pode trazer muitos benefícios para as crianças, como desenvolver habilidades de planejamento, organização, raciocínio lógico, responsabilidade e autonomia. Além disso, a educação financeira pode ajudar as crianças a terem uma relação saudável com o dinheiro, evitando problemas futuros como endividamento, consumismo e desperdício. 

 

Para introduzir o tema de forma divertida e didática, existem algumas estratégias que podem ser usadas pelos pais, professores ou responsáveis pelas crianças. Algumas delas são: 

 

  • Usar a linguagem adequada:  adaptar a linguagem ao nível de compreensão das crianças, usando termos simples, claros e concretos. Por exemplo: em vez de falar sobre inflação, pode-se falar sobre o aumento dos preços; em vez de falar sobre investimento, pode-se falar sobre guardar dinheiro para ganhar mais no futuro; em vez de falar sobre orçamento, pode-se falar sobre lista de desejos e necessidades. 

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  • Usar exemplos práticos:  relacionar o tema da educação financeira com a realidade das crianças, mostrando como o dinheiro está presente em diversas situações do dia a dia. Por exemplo: explicar como funciona o troco, comparar preços de produtos diferentes, mostrar como se faz um orçamento doméstico, etc. 

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  • Usar jogos e brincadeiras: usar jogos e brincadeiras que envolvam o uso do dinheiro, o planejamento de gastos, a poupança, o consumo consciente e outros conceitos financeiros básicos. Por exemplo: brincar de lojinha, jogar banco imobiliário, fazer um cofrinho caseiro, etc. 

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  • Usar histórias e fábulas: usar histórias e fábulas que abordem questões como o valor do trabalho, a importância da poupança, as consequências do desperdício, etc. Por exemplo: A Cigarra e a Formiga, O Patinho Feio, Os Três Porquinhos, etc. 

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  • Usar recursos visuais: É importante usar recursos visuais que facilitem a compreensão e a memorização dos conceitos financeiros. Por exemplo: usar gráficos, tabelas, cartazes, desenhos, etc. 

 

 

Incentivar a educação financeira desde cedo pode gerar bons frutos no futuro.  

 

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